terça-feira, 31 de julho de 2012

[RESENHA] Academia de Vampiro: Tocada Pela Sombra


Livro: Academia de Vampiro - Tocada Pela Sombra
Autor (a): Richelle Mead
Editora: Editora Agir

Resumo: 
     Neste terceiro volume da série Academia de Vampiros, as emoções estão à flor da pele. Justamente quando Lissa e Rose reencontram seu pior inimigo, Victor Dashkov, a um passo de sair de trás das grades, visões perturbadoras invadem a mente de Rose na figura de um velho amigo, prenunciando algo terrível à espreita da Escola             São Vladimir. 
     A tensão ronda o mundo dos vampiros mais do que nunca. Numa sequência de tirar o fôlego, Rose viverá seus piores pesadelos ao ter de escolher entre o amor de sua vida e sua melhor amiga. E essa escolha pode significar que apenas um irá sobreviver.







Resenha:
Esse é o terceiro livro da série Academia de vampiros, e como toda boa série, os livros só ficam cada vez melhores! Os perigos encontrados no segundo livro, tomam outras proporções, cada vez maiores, pois o risco de invasão à escola é ainda maior. Além do ataque eminente que a escola está sofrendo, o relacionamento entre Rose e Dimitri toma proporções maiores, já que a atração entre os dois é maior do que relação de professor e aluna...
Nesse livro também volta a tona a história com o Victor Dashkov, o príncipe que usufruiu dos poderes de Lissa no primeiro livro. Terá o julgamento dele, e a tensão entre Rose e Dimitri aumenta, já que ele sabe da relação deles, e o medo de ele revelar se torna ainda maior.
Uma coisa que me surpreendeu muito nesse livro foi o final, com certeza. Para mim, e com certeza para a Rose também, foi como ganhar na loteria e depois saber que o prêmio não era seu, e sim de outra pessoa. Você fica: WHAT? WHAT? QUAL FOI? Desespero total, galera! Então se você ainda está esperando para ler o terceiro livro, não espere mais. Não pense, e corra para pegar o livro e devorá-lo.

Feita pela Lucyanna Melo

Concurso Literário "Escritores do Clube": Meu Mundo Misterioso

Mais um incrível conto feito por um participante do Clube para o Concurso Literário que rolou no evento passado.



Meu Mundo Misterioso

Um das minhas saídas à noite mais inesquecíveis foi uma que fiz pelo Recife Antigo. Comecei a caminhar pelas ruas que estavam bastante desertas, achei um pouco estranho, mas segui em frente. Minutos depois, quase chegando ao marco zero, percebi que havia uma festa. Cheguei mais perto, pude ver as luzes, músicas e batuques. Em alguns lugares pessoas soltavam fogos, estava bem movimentado, passei por varias pessoas que me olhavam, uns mais que os outros. Na entrada, um cartaz bem grande dizia FESTIVAL DE PODERES MÍSTICOS. Comecei a passar pelas barracas, acho que por ser novato na cidade fiquei impressionado com tudo que via, comprei amuletos, pedras de sorte, colares e um monte de coisas, mas algo me chamou atenção. Uma barraca que tinha o nome escrito, “Guardiões Sombrios.” Meu coração acelerou, ao chegar perto da moça que estava lá. Ela me encarou e começou a tremer, as luzes começaram a piscar e falava “Morte, muito sangue, morte...” − Morte? − O que ela esta falando? estava lá.
– Saia daqui! – Gritou. – Ai! − Gritou novamente. Sai às pressas esbarrando em várias pessoas que estavam no meu caminho, alguém me empurra e me viro.
− O que você está fazendo aqui, Guardião maldito? – Neste momento ele me empurrou com tanta força que voei e cai deitado.
 – Ai! – Gritei de dor e perguntei entre dentes − Quem é você? – Ele se aproximou de mim rapidamente.
− Meu nome é Brian Miller, eu sou um bruxo supremo. Seu pior pesadelo, guardião maldito! Por sua causa os Guardiões sombrios estão a caminho desta cidade, e vão destruir todos que estiverem contra, eles querem dominar o mundo e vocês, guardiões do bem, não vão conseguir matar eles. Por que você não foi para outra cidade? Por que a luta tem que ser aqui? Eles vão acabar com a cidade, matar crianças e pessoas boas. Agora é tarde de mais. – Ele baixa a cabeça e vejo lágrimas caindo do seu rosto.
− Eu não sei do que você está falando. – Consigo dizer quase chorando, ele tira do bolso uma varinha e aponta para meu rosto e antes de começar a falar é interrompido por 11 estranhos.
− Ele está falando a verdade. Nós tentamos proteger-lo dos guardiões sombrios, mas não pudemos impedir dele vir para Recife, nós também queríamos isso Brian. Nós guardiões não temos a menor chance contra os sombrios, mas com a ajuda de vocês bruxos e magos temos vantagem de vencer essa luta e proteger a terra.
− Eles estão na cidade, eu sinto a presença deles. – Ele deu uma pausa. − Eles estão vindo para cá. – Brian quase gritava. – Eles querem que a luta seja aqui, não podemos deixar isso acontecer.   
Eu não sabia o que estava a caminho, mas algo dentro de mim não estava com medo.
− Vamos ao encontro deles! – Digo. 
Quando encontramos estranhos no meio da noite não deveríamos ter medo.  − Eu sei, é difícil confiar em um estranho, mas na história da minha vida eles podem ser a única salvação da terra. Ou a destruição dela. − Às vezes me bate uma vontade tão grande de fazer coisas erradas, aquelas mais bizarras que alguém pode imaginar. Não me levem a mal, mas não sei por que não consigo ser feliz. Faço tudo que acho que é certo; não fumo; não bebo; não tenho amigos que tentam me levar para um mau caminho; alias não tenho amigos, estudo; leio. Sinto que falta algo, uma garota seria a resposta? Se apaixonar, esse seria o segredo da felicidade? − Acho que não. − O que aconteceria se eu morresse? − Por mais que quisesse uma resposta eu não iria encontrar. Morte, não é bem o que eu queria aos meus 16/17 anos, mas não se pode escolher quanto tempo queremos viver, principalmente neste mundo em que vivemos. Guardiões do bem e do mal iniciando uma guerra, onde bruxos e magos iriam intervir e eu, vulnerável a tudo e a todos. Entretanto não tinha escolha, depois de tudo que passei estava disposto a encontrar o que não queria. A morte. Isso seria meu fim ou apenas um novo começo? Se a imortalidade existisse, seria um novo começo, mas como todos nós somos mortais: Isto seria meu fim. Avançamos em direção aos nossos inimigos, não sabia o que estava fazendo ali, só sei que meu corpo pegava fogo por dentro e por fora, eu estava em chamas e em segundos eu estava me transformando, meu tamanho triplicou, meus braços ficaram longos e finos, meus antebraços e minhas mãos enormes, meu corpo era a parte mais estranha, a pele parecia de jacaré e minha cor de um amarelo avermelhado. E meu rosto, bem, meu rosto, pegava fogo. Chamas que não paravam. Bolas de choque saiam das minhas mãos involuntariamente, mais tarde descobri que eu era um guardião dayon, um tipo de alfa do grupo e o único que se transformava. Os guardiões sombrios tinham armas de fogo em seus braços, pernas, cabeça, cada um tinha uma parte do corpo com alguma mutação, estávamos em um número menor, os Bruxos soltavam raios de suas varinhas, de variadas cores, negras, vermelhas, azuis, brancas, verdes e os magos lutavam bravamente com suas espadas, arcos e etc. Não posso negar que haveria muitas mortes no final disso tudo (eu tiraria do “disso tudo”). As pessoas que estavam na rua gritavam se escondiam e algumas realmente morriam, nós tínhamos nos afastado da festa, mas o Recife antigo é grande, e sempre tem algumas pessoas pelo caminho, próximo de uma ponte que não sabia qual era. Casas pegavam fogo, prédios caiam, carros explodiam. Os guardiões do bem tinham vários poderes como controlar ar, água, fogo, terra e entre outros. O chão se abria onde menos esperávamos, e a ponte, ela se rachou toda e começou a se desmoronar caindo na maré. Membros dos guardiões sombrios morriam rapidamente, eles agora estavam em um menor número. Eu lançava meus braços para frente e saiam bolas de choque que atingiam eles, ou outras coisas. Não me culpem se matei alguns humanos que estavam na rua. Sou novo nisso. Os sombrios tentavam fugir e de repente a maré começou a formar ondas enormes, iam em direção dos sombrios que tentavam fugir. Agora todos corriam, e nós fomos atrás, avistei uma ponte de ferro, e eles iriam passar por elas. Um furacão proibiu a passada deles que recuaram e eu sabia que a batalha estava acabando. Os bruxos uniram seus raios em um só e nós guardiões também juntamos nossos poderes. Os guardiões sombrios atacaram todos de uma vez e uma explosão desconhecida aconteceu. E eu apaguei por completo. Ao despertar estava em um hospital, junto com alguns dos bruxos e guardiões do bem. Meu pai estava dormido na cadeira ao lado, olhei pro outro lado e vi que Brian sorria para mim. – Conseguimos. – Disse sussurrando e levantando os braços em ritmo de vitória. Sorri.
As autoridades disseram que o caso ocorrido foi inexplicável e que foi obra do clima. Algumas pessoas disseram ter visto monstros, e jovens lutando com espadas e tudo mais. Entretanto não tinham provas. Nós que estávamos lutando, omitimos os fatos. Dissemos que havia muita ventania, e que o chão se abria em algumas partes. Às vezes, nem eu tenho certeza que realmente aconteceu. Só tenho certeza de uma coisa: as pessoas vivem em um mundo misterioso e não sabem. E eu, eu sou um estranho.



[RESENHA] LADRÕES DE ELITE



Livro: Ladrões de Elite
Autor (a): Ally Carter
Editora: Editora Arqueiro


ResumoQuando tinha 5 anos, Katarina Bishop distraiu os guardas da Torre de Londres para que o pai pudesse roubá-la. Aos 7, ela ouviu o tio Eddie planejar a interceptação de 80% do caviar do planeta. Quando fez 15 anos, Katarina armou um golpe por conta própria – um esquema para entrar no melhor colégio interno dos Estados Unidos e deixar para trás os negócios da família. Só que trocar de “ramo” e ter uma vida normal acabou sendo mais difícil do que Kat esperava.

Hale, seu amigo charmoso, bilionário e antigo comparsa, logo aparece para levá-la de volta à realidade da qual ela havia se esforçado tanto para fugir. Mas é por um bom motivo: uma inestimável coleção de arte de um temido mafioso foi roubada e ele quer recuperá-la, custe o que custar. Somente um mestre do crime poderia ter realizado essa proeza e o pai de Kat é o único suspeito, embora insista em negar qualquer envolvimento. Encurralado entre a Interpol e um inimigo assustador, ele precisa da ajuda da filha.

Para Kat, só existe uma saída: encontrar os quadros e roubá-los de volta. Não importa se parece impossível, se ela não tem pistas do ladrão e se o prazo é de apenas duas semanas. Com uma equipe de adolescentes talentosos e uma mãozinha da sorte, Kat está deter- minada a realizar o maior golpe da história da família e provar que jamais a abandonou.

Ladrões de elite é uma história envolvente, cheia de ação, suspense, romance e humor. Esta aventura de tirar o fôlego leva o leitor a vários lugares do mundo e apresenta cenários deslumbrantes, personagens excêntricos e mais reviravoltas que Onze homens e um segredo. O mundo do crime nunca pareceu tão sofisticado, atraente e divertido.


Resenha:  
      Se você já assistiu filmes onde ladrões são super inteligentes, carismáticos, bonitos a ponto de você ficar torcendo para ele conseguir aplicar o golpe, você irá adorar essa trama.
Katarina Bishop tem 15 anos e tudo o que ela mais queria era ter uma “vida normal”. Nascida e criada entre ladrões, os melhores do mundo, ela desde muito cedo aprendeu a viver nesse mundo, e se tornou muito boa nisso.
      Quando finalmente esta tendo uma “vida normal” num melhor internato dos Estados Unidos, onde diga-se de passagem ela aplicou um golpe para poder ser aceita, o carro do diretor é encontrado dentro de um chafariz e ela é a principal suspeita e com isso é expulsa.
Apesar de ser inocente, ela aceita o que foi decidido, afinal como ela poderia dizer que era inocente se não tinha provas quanto a isso,e a prova que forjaram dela era bem convincente, apesar de muito óbvia e amadora, mas ela não poderia dizer nada disso.
      Ao encontrar um velho amigo, e maravilhoso,WW Hale V (eu também quero saber o primeiro nome dele), Hale para os íntimos (e para aqueles que não sabem seu nome..kkkk) revela a Kat que seu pai está em grandes apuros e só ela pode ajudá-lo.
Eis que para salvar seu pai Kat irá voltar a vida de roubos e trapaças, e para ter sucesso nessa grande empreitada ela contará com a colaboração de um time de adolescentes com talentos bem especiais.
      O que mais gostei da historia, fora tudo, foi o desenrolar da trama, o suspense, a ação, e a curiosidade de saber quem é Vasili Romani (ainda quero saber quem é esse triste). Você viaja por toda a Europa, e é como se participasse da equipe. Ao final do livro você fica questionando as coisas... pensando, poxa... por que eu não suspeitei disso... nossa tava tão na cara...kkkkk..
Esse é um livro que estava muuuuuuuuuuuuuuuuito afim de ler e não me arrependo nem um pouquinho... e claro, SUPER RECOMENDO*****


Leia um trecho do livro AQUI

Feita por Tamires Bourbon

[NOSSOS AUTORES], por Ju Costa

Amamos falar sobre literatura.
Todo o tipo de literatura, sim. Mas, nessa coluna, a preferência é literatura fresquinha saída do forno.
Então, gostaria de aprensentá-los à Daniel Monteiro.
Ele é - assim como boa parte de nós - um ávido leitor com incontroláveis pulsos de criatividade explodindo em seu jovem cérebro.
Nas palavras dele: "Comecei a escrever a partir de experiências próprias, relatando minhas viagens. As pessoas gostaram dos meus textos e então resolvi escrever 'profissionalmente'. Passei a publicar crônicas periodicamente na internet, e eventualmente escrevi um livro nesse estilo. Resolvi juntar o meu novo prazer de escrever com outro que sempre adorei, ficção, e agora estou escrevendo fantasia."

O trabalho de Daniel está presente na coletânea de contos policiais "Jogos Criminais 2" da Editora Andross.
Jogos Criminais - Volume IISinopse:  Quando a mente humana é usada para o mal, planos mirabolantes podem surgir com propósitos escusos, como chantagem, estelionato, fraude, espionagem, roubo... assassinato! Nas tramas deste novo volume de JOGOS CRIMINAIS, vários ângulos foram explorados, e acabaram por tornar a palavra “crime” uma das mais detestáveis e fascinantes do vocabulário humano. E quando se junta a essas tramas uma certa dose de manipulação, nem sempre o culpado acaba por pagar o que deveria. Aqui o mal assume várias identidades. Entretanto, continua arraigado nos corações humanos.

Compartilho com vocês um trecho de "Quando o Céu Desmoronou", obra em desenvolvimento do mencionado autor:

"Amadeu nunca esteve tão feliz. Ele sabia do que era capaz, tinha confiança, poderia atingir o céu se empenhasse esforço suficiente. Parou a alguns passos do desfiladeiro, o mesmo que sentou com Tiestes algum tempo atrás.  Amadeu era um garoto novo, mas tinha muitas memórias, todas retornando na sua cabeça naquele instante. Era um atropelo de saudades, mas não hesitou, ele sabia que conquistaria muito mais. Encheu o peito e deu alguns passos para trás, tomando distância. Correu o máximo que pôde. Sem saber explicar, ele sabia que voaria. Voaria por cima do mar, dos redemoinhos, dos homens-peixe.
Assim que pulou, ele sentiu a brisa do mar se transformando em mãos e braços, segurando ele. A natureza era muito mais forte, e tinha agarrado Amadeu de tal forma que ele não podia se soltar, puxando ele para baixo. Ele caiu.
Virou de costas para que a queda não doesse tanto, e viu o céu azul ficar escuro. Uma escuridão maior que a de seus olhos fechados."

Daniel compartilhou com a gente um pouco de sua experiência:

"Acredito que existem duas regras básicas para alguém que almeja ser escritor:
1- Escrever sobre o que gosta.
2- Escrever sobre o que conhece.
A regra 1 é muito simples, já a 2 pode não ser. Pesquisa se torna um aspecto tão importante quanto a escrita em si, para o profissionalismo de um autor. É assim que eu crio. Imagino o argumento principal, começo a questionar de diversos ângulos, para descobrir se a trama não é boba ou desconexa (muitas vezes o autor cria algo e não se dá conta que a história não possui verossimilhança). Feito isso, começo a pesquisar sobre o assunto. Ajuda a esclarecer dúvidas e é uma grande fonte de referências para a história. O que resta é apenas esforço do autor para trabalhar bem o texto de formar a prender o leitor, coisa que se adquire com a prática."

Pra quem ficou curioso com o teaser acima: A primeira parte do livro já está disponível para download em formato de .pdf, gratuitamente, no blog do Daniel.
Vamos acompanhar o colega escritor e divulgar novas informações à medida que elas forem surgindo.
E se preparem: "Quando o céu desmoronou" está chegando!

sábado, 28 de julho de 2012

[RESENHA] Cinquenta Tons de Cinza



Livro: Cinquenta Tons de Cinza
Autor (a): E. L. James


Resumo: Quando Anastásia Steele entrevista o jovem empresário Christian Grey, descobre nele um homem atraente, brilhante e profundamente dominador. Ingênua e inocente, Ana se surpreende ao perceber que, a despeito da enigmática reserva de Grey, está desesperadamente atraída por ele. Incapaz de resistir à beleza discreta, à timidez e ao espírito independente de Ana, Grey admite que também a deseja - mas em seus próprios termos.
Chocada e ao mesmo tempo seduzida pelas estranhas preferências de Grey, Ana hesita. Por trás da fachada de sucesso - os negócios multinacionais, a vasta fortuna, a amada família -, Grey é um homem atormentado por demônios do passado e consumido pela necessidade de controle. Quando eles embarcam num apaixonado e sensual caso de amor, Ana não só descobre mais sobre seus próprios desejos, como também sobre os segredos obscuros que Grey tenta manter escondidos...


Resenha: Gente esse livro me surpreendeu! Devo confessar que não gosto muito de livros em primeira pessoa, pois vemos os outros personagens pela visão do personagem principal, e fica um tanto difícil criarmos nosso próprio ponto de vista sobre o que acontece, mas isso não é tão verídico nesse livro! No começo eu achei que a Ana era um tanto sem graça, mas como errei. A coitada é totalmente atrapalhada e insegura, mas tem uma língua super afiada e é muito corajosa! Ela é bastante independente também, e as vezes irrita.
O que posso falar do delicioso Gray? Ele é o personagem mais bipolar (tri, quadri, poli?) que já tive o prazer de conhecer! Sério. Ele tem um passado bem obscuro, e o livro nos trás muito pouco do seu passado. Dá para ter uma noção e entender seu ponto de vista, do seu mundo, mas tenho certeza que ainda tem muita coisa por trás desses tons. Ele é extremamente possessivo, temperamental, meticuloso e, segundo Ana, um perseguidor! Poderia passar mais um tempo aqui falando sobre ele, mas aí a resenha ficaria enorrrrrme (mais do que ficou XD)!!!! Vamos ao que interessa!
O livro é bastante intenso. A Anastásia (Ana) acaba conhecendo o Sr. Gray por “acaso” graças a sua melhor amiga, e companheira de quarto, Kate. É um dos momentos mais embaraçosos da sua vida, e ela espera nunca mais o vê-lo. Mas para o seu total desespero eles acabam se encontrando novamente devido a outro mero “acaso”, só umas comprinhas (claro!). Quando um dia ele faz um convite para um café da manhã, e ela aceita, “começa” a se desenrolar todo o “romance”. Um tempo depois Ana descobre que o Sr. Gray tem uma opção sexual bem, digamos, exótica (cujo tem até um infame contrato!!! kkkkkk), e ela vai ter que se decidir, se aceita ou não ter o seu Cinquenta Tons sobre os termos que ele decidiu. É uma estória viciante, e ficamos curiosos com o seu desenrolar desde o primeiro capitulo! Um livro extremamente Hot, com cenas de BDSM (Bondage, Disciplina, Sadismo e Masoquismo), e muitoooo sexo.

 A escritora escreveu esse livro com o intuito de nós sentirmos o que a Ana sente a cada momento, e devo dizer que deu muito certo! Nós rimos, ficamos com raiva e choramos junto com a Ana. Só digo mais uma coisa: O homem não para! Parece um coelho kkkkkk.
Espero que gostem do livro tanto como eu (Ele é muito BOMMMM – Surtos), e leiam essa resenha ENORMEEEE! Mas não pude fazer nada, o livro é tudo isso e muito mais!
Beijosssssssssss ;D

***** (5 Estrelas =D)

[RESENHA] Minha Vida Fora de Série 1º Temporada


Livro: Minha Vida Fora de Série 1ª Temporada.
Autora: Paula Pimenta
Editora: Gutemberg
Páginas: 405

Resumo:
Mudar de cidade sempre é difícil, mas fazer isso na adolescência é algo que deveria ser proibido. Como começar de novo em um lugar onde todos já se conhecem, onde os grupos já estão formados, onde ninguém sabe quem você é? A princípio, Priscila não gosta da ideia, mas aos poucos percebe que pode usar isso a seu favor, tendo a chance de ser alguém diferente. Mas será que o papel escolhido é aquele que ela realmente quer representar? Aos poucos, Priscila percebe que o que importa não é o lugar e sim as pessoas que vivem nele. E que, além da nova cidade, há algo mais importante a se conhecer: ela mesma. Quem gosta da coleção “Fazendo meu filme” não pode perder o livro de estreia dessa nova série de Paula Pimenta. Situado no mesmo universo ficcional, temos a oportunidade de acompanhar alguns dos nossos já adorados personagens, três anos antes da história de "Fazendo meu filme” começar. Não perca a 1ª temporada da vida fora de série de Priscila!

Resenha:
Bem, primeiramente, vou logo dizendo que sou fã da Paula Pimenta! Então, eu esperava muito desse livro, e realmente ele não me decepcionou. Foi muito mais que o esperado. Várias pessoas já tinham me recomendado ele, então fui com tudo.
Minha vida fora de série é um Spin-Off de Fazendo meu Filme, primeira série da Paula Pimenta. O livro fala sobre a Priscila, que com 13 anos teve que se mudar para Belo Horizonte, por conta da separação dos seus pais, que foi uma separação e tanta. Separaram literalmente tudo! Priscila ficou com a mãe, e seu pai com seu irmão, e metade de seus bichinhos de estimação. A protagonista é uma grande “fã” de animais e tem um furão, um hamster, dois cachorros, uma gata e um papagaio.
Como toda adaptação é difícil, para Priscila não foi diferente. A garota sente falta de sua antiga vida, porém sua mãe bate o pé e diz que ela tem que se acostumar com aquilo. Como, no começo do livro é retratado, na época das férias, Priscila logo se enturma com as amigas de sua prima Mariana, e passa a ir todos os dias para o Clube da cidade.  Em minha vida fora se série, conhecemos de onde brotaram algumas amizades da série Fazendo meu filme. A Nathália conheceu a Priscila no clube, o Leo conheceu ela no Colégio, a Fani conheceu ela numa festa, e a Pri conheceu o Rodrigo também no colégio, que já era amigo do Leo. Achei bem interessante a Paula, retratar o começo das amizades dos personagens e até quando o Leo dá uma olhada na Fani.

“Eu acho que li isso na internet”, ele respondeu. “Mas resolvi me apropriar, pois eu realmente sinto falta daquela menina que eu sei que está em alguma parte do mundo me esperando...”                                                   - Leo – Pág: 161.

 A Priscila é uma personagem muito “envolvente”, você não irá conseguir parar de ler o livro. A forma como ela conta seu dia-a-dia é contagiante e muito engraçada. Muitas risadas serão arrancadas de você, em muitas partes tive vontade de jogar o livro longe por raiva de alguns personagens, e também, típico de livros me fazer chorar. Algumas frases marcam bastante o livro, e o meu exemplar ficou cheio de papeizinhos marcando as páginas. Sem contar que a Priscila se tornou fã de seriados de TV, por conta de um presente de aniversário. Em cada novo capítulo do livro, o mesmo é marcado por trechos de várias séries de TV, como, Glimore Girls, Smallville, My so called life... E depois desse livro eu realmente fiquei com vontade de acompanhar as séries.
Em sua turnê de lançamento a Paula Pimenta, mencionou que pretende dar continuidade a série em mais três temporadas, tendo a primeira sido lançada em 2011. O livro é muito recomendado tanto para a área juvenil como para os mais velhos.


Feito por Lucyanna Melo

sexta-feira, 27 de julho de 2012

[RESENHA] ACADEMIA DE VAMPIRO: AURA NEGRA




Livro:Aura Negra – Livro Dois – Academia de Vampiros
Autor(a): Richelle Mead
Editora: Agir Editora


Resumo:No segundo volume da saga de vampiros que está conquistando o mundo, a Escola São Vladimir está em estado de alerta após um ataque sem precedente dos sanguinários Strigoi. Os guardiões, admirados por suas habilidades e seus grandes feitos, se preparam para entrar em ação. A Escola envia seus alunos para um hotel luxuoso e bem-protegido, porém um imprevisto obriga Rose a deixar a segurança do lugar e impedir que o pior aconteça. Apenas quando a vida de seus amigos está por um fio é que nossa heroína descobrirá uma força inimaginável dentro de si. Uma aventura de tirar o fôlego, recheada de aventura, romance e muito sangue.



Resenha:
Na irresistível sequência de “O beijo das sombras”, Aura Negra nos trás mais aventuras entre os personagens da série.
Ao se encaminhar para um treinamento com um dos melhores guardiões já vistos, Rose se ver animadíssima, pois estaria indo com seu mentor Dimitri. Porém todas as suas expectativas se vão ao chegarem na casa do Badica. Tinha ocorrido um ataque Strigoi (Vampiros sanguinários, que necessitam de sangue Moroi para ficarem mais fortes) e toda sociedade Moroi/Dampira se vê em alerta, ao descobrirem que os Strigoi tiveram a ajuda dos humanos. Com o medo assolando a todos, a direção da Academia, evacua o colégio para um hotel Moroi, onde todos estariam mais seguros.
Mas para Rose parece que as coisas ultrapassam os limites dos Strigoi. Sua paixão por seu instrutor aumenta a cada momento que ela passa com ele, e além disso seu amigo Mason, parece estar mais perto do que nunca, de outra forma, além da amizade. E no segundo livro da trama temos a presença de Adrian Ivashkov, Moroi da realeza, que se ver atraído por Rose, e não parece desistir dela nunca. O romance entre Lissa e Christian se torna maior e mais abordado nesse livro.
Uma informação se contada para pessoas erradas pode acarretar em um grande problema. E é isso que acontece: Dois Moroi e três Dampiros se metem em uma situação a qual nenhum dos cinco está acostumado...


Feita por Lucyanna Melo


Confira a resenha do 1° livro da Série Academia de Vampiro

Concurso Literário "Escritores do Clube": Caça as Bruxas em Fells Liveway


Confiram mais esse conto que foi um dos concorrentes do Concurso Literário "Escritores do Clube" 

Caça as Bruxas em Fells Liveway


Em um mundo paralelo ao nosso, onde deuses, demônios e poderes eram vistos como meros títulos e um tabu para toda a sociedade - seja do vilarejo Fells Liveway ou do próprio planeta. A idade média - ou a era das trevas para alguns - passava a se tornar ainda mais sombria e toda a população do vilarejo sentia que tempos difíceis estavam para se tornar realidade.

Alguns incidentes aconteceram, e estes foram: queimação na plantação, animais encontrados mortos de formas terríveis e grandes desenhos ao redor do cemitério. Parecia até que alguém queria fazer uma brincadeira com todos os moradores, mas ela estava começando a passar dos limites. Crianças tinham medo, pais estavam sem saber o que fazer, e alguns, já haviam ido embora sem deixar pistas. O terror estava, aos poucos, tomando conta daquele pequeno vilarejo. Até mesmo as bruxas inocentes – as poucas existentes – estavam sendo afetadas.

Gabriella já não mais sentia prazer em experimentar novas receitas mágicas, em testar novas poções, coisas que ela adorava fazer. Mesmo não praticando magia contra os outros, sentia que qualquer coisa seria usada contra ela, se fosse vista. Também não saia de casa fazia bastante tempo, temendo ser linchada do lugar.

- Que povo mais ignorante. – resmungava solitária, em sua cozinha, espiando pela janela o movimento nas ruas. – Não vou ajuda-los a achar as bruxas malfeitoras. Não tenho nada a ver com isso.

Do lado de fora de sua humilde casa – pelo menos, humilde em comparação a casa das outras bruxas – a mesma cena se repetia todos os dias. Corajosos moradores apareciam com tridentes, facas, cutelos, porretes e machados, na esperança de livrarem o lugar dos praticantes de magia.

Por segurança, a jovem bruxa selava sua casa com uma espécie de proteção, não permitindo a entrada de pessoas comuns. Pelo menos, assim estaria um pouco mais segura. Mas, com seus poderes bastante escassos, Gabriella não conseguiria manter essa proteção por muito tempo. Provavelmente, em poucas horas, estaria mais sem como se defender, em caso de uma invasão.

Em frente a casa, a multidão parecia estar cada vez mais confiante. Alguns já tentavam derrubar a porta, a chutes e empurrões.

- Eu não tenho mais nenhum selo de proteção. – e pensou no que deveria fazer, assustada. – Tenho que fugir.

Rapidamente, agarrou dois pequenos fracos, com uma substância escarlate, e colocou-os dentro dos bolsos. Com aquelas poções, poderia curar qualquer fratura ou dano rapidamente. Deu uma última olhada pela janela. As pessoas agora usavam suas armas para quebrar a porta. Definitivamente, a proteção não aguentaria mais.

- É agora, tenho certeza de que vamos derrubá-la! – o líder do grupo de invasores agora berrava ansioso para por um fim nisso tudo. Já tinha se passado muito tempo, e a cada dia, praticantes de magia machucavam cada vez mais as pessoas que amava.

Gabriella agora corria, subindo as escadas, em direção ao primeiro andar de sua casa. Tinha um plano. Quando estivesse pronta, era só usar os poderes que ainda restavam em seu corpo e se transportar para bem longe dali, podendo, assim, tentar viver em paz.

A proteção já não era mais forte e a qualquer momento poderia se acabar. O líder do grupo tinha cada vez mais certeza que conseguiria entrar, e excitava os outros a manterem a força e continuar. Um grande estralo foi emitido, e a porta finalmente se rachou.

Sem delongas, toda a multidão adentrou a casa quebrando tudo o que encontrava a frente, desde objetos não mágicos até mesmo caldeirões utilizados para curas. - Continuem destruindo tudo! E outros me acompanhem! A maldita deve esta no andar de cima. - Gritou o líder.

E assim eles fizeram, os que tinham armas menores continuaram destruindo tudo do andar abaixo. E os outros, subiram rapidamente no encontro da bondosa bruxa que ainda permanecia lá em cima.

Mais um estralo foi emitido, a segunda porta do andar no qual Gabriella estava foi derrubada. Com medo, mesmo sabendo que poderia sair dali a qualquer momento ela permaneceu parada ao lado da janela. - Ela esta ali! Corram. Cerquem-na e a matem. - Um homem que segurava uma faca gritou. E assim os outros o fizeram, todos correram em direção a mulher, a humanidade não parecia mais a mesma, era como se ela fosse a carne, e eles naquele momento os canibais.

Vultos rapidamente adentraram a janela, eram dois. E esses dois se transformaram em velhas bruxas que diferente de Gabriella possuíam um sentimento de ódio, o que para ser visto pelos olhares.

Assustados, o grupo de pessoas recuou. Alguns se prepararam para voltar correndo ao andar debaixo, mas era tarde demais. Ambas as velhas ergueram as mãos, juntando toda a energia que conseguiram. Uma esfera brilhosa, com uma cor vermelha bastante vibrante, se formou.

- Não ousem mexer com uma de nosso clã!

E com essas palavras, a esfera praticamente dobrou de tamanho, e foi disparada na direção dos humanos, explodindo tudo que encontrava pelo seu caminho. O barulho de madeira caindo assustou as pessoas do andar inferior da casa, que congelaram, temerosos com o que tinha acabado de acontecer.

Um pouco machucada com o feitiço, Gabriella, ainda se protegendo com as mãos, perguntou:

- Quem são vocês? – e tossiu, por causa da poeira. – O que querem?
- Não tenha medo, jovem. – a mais velha respondeu, esticando sua mão direita, bastante enrugada, em direção a jovem bruxa. – Viemos para te levar junto conosco, para um lugar melhor, longe desses medíocres humanos.
- Vamos para a cidade vizinha, Beruhige. – foi a vez da outra bruxa, a mais nova, mas também muito velha. – E juntas, nós três, vamos acabar com tudo isso. Faremos esses humanos, sem capacidade alguma, se arrependerem de nos caçar. Vamos liberar o uso da magia.
- E vamos derrotar qualquer humano que aparecer em nosso caminho. – a outra sorriu, com perversidade. – Qualquer um.

Não. Não era isso que Gabriella queria. Seu maior sonho era viver em paz, em um mundo sem diferenças. Todos seriam iguais, mesmo sendo diferentes. Bruxas teriam os mesmos direitos dos humanos. Ambos poderiam estudar magia, sem discriminação. Os humanos poderiam até mesmo fazer experiências utilizando propriedades mágicas! Isso seria realmente incrível.

- Eu entendo vocês, mas não é isso que eu desejo. – Gabriella levantou-se, tirou a poeira de sua roupa e olhou firmemente para elas. – Não vou me juntar a vocês, sinto muito.

As velhas se entreolharam, e sorriram, macabramente.

- Se é assim, então também sentimos muito.
- Não gostamos de abandonar nossas irmãs-bruxas, mas você pediu por isso.

Novamente, a cena estava prestes a se repetir. Já com os braços levantados, uma nova esfera apareceu dessa vez, com uma cor lilás, bastante chamativa. Por um momento, elas pareceram hesitar um pouco, mas isso não aconteceu. O tamanho da esfera foi triplicado, e lançado em direção a pobre bruxa.

A explosão foi barulhenta, mas Gabriella conseguiu se salvar. Na mesma hora em que a esfera se aproximava, a garota fechou os olhos e esticou a mão. O seu poder não era tão grande para desfazê-la, mas pelo menos pôde diminuir o poder do ataque e por isso, se machucou um pouco e alguns dos objetos do local se quebraram.

Ela poderia ter ido com as velhas bruxas, mas algo em seu coração dizia que não. Mesmo sofrendo consequências ela não deveria ir, ela queria um mundo melhor para se viver, e for com as velhas não faria isso. Apenas a salvaria, mas o mundo de fato não seria o mesmo.

A multidão novamente se uniu, Gabriella estava ainda mais sem forças e com medo. O seu sonho naquele momento já não poderia virar mais realidade, a pobre bruxa mal tinha forças para se levantar talvez ela pudesse até escapar. Seus pensamentos não estavam mais presentes ali, ela voltou a sonhar, na esperança em que um dia vivesse em harmonia com todos. Cansada e sem forças para lutar, fechou os olhos, e desmaiou.

Não se ouviu falar mais de bruxas ou outros seres fantásticos em Fells Liveway desde então.

[RESENHA] Halo

Livro: Halo
Autor: Alexandra Adornetto
Editora: Agir Editora


Resumo: Três anjos são enviados à Terra com planos de se misturarem aos humanos para assegurar a paz e trazer a bondade: Gabriel, o Herói de Deus, um antigo guerreiro que se disfarça de professor de música; Ivy, serafim abençoada com poderes de cura; e Bethany, a mais nova e inexperiente do grupo, enviada como uma jovem estudante para aprender sobre a humanidade. Após Bethany se encantar com a vida humana, ela começa a viver todas as experiências de uma adolescente normal, até se apaixonar por um rapaz e colocar toda a missão em risco. As forças do mal se aproveitarão dessa situação para pôr seus planos malignos em prática. Um romance de tirar o fôlego, que responderá a pergunta: será que o amor é forte o suficiente para vencer as forças do mal?







Resenha:
Em Halo você perceberá que os anjos pode estar mais próximos do que imaginamos.
Nesse maravilhoso livro os anjos Gabriel, Ivy e Bethany vêm a terra para trazer de volta a fé aos humanos. E começando numa pequena cidade chamada Venus Cave.
Bethany é uma anjinha diferente das outras, ela é mais humana do que qualquer outro anjo que existe. Ela nutre sentimentos, e gosta disso.
Quando ela conhece Xavier Woods seus sentimentos ganham mais força. A principio ela tenta se manter distante, esses sentimentos não são apropriados a um Anjo a serviço do Senhor, mas a distancia se rompe totalmenta quando ela percebe que tais sentimentos são correspondidos.
Nem tudo são mares de flores e heis que surge o mal encarnado (não irei dizer nomes para não tirar a graça da história) e o amor desse lindo casal é posto a prova.
A história é encantadora. Alexandra Adornetto tem uma maturidade na escrita que nos faz refletir sobre nossas ações e atutides.
A concepção de que tudo que você faz, das atitudes que você toma, das posições e escolhas que você toma podem e serão julgadas ao fim, faz você pensar em coisas que antes passavam despercebidos como o céu e inferno, o bom e o mal, o que é humano, honra, lealdade....
Ao fim do livro fico pensando em como um livro pode ser tão leve e complexo ao mesmo tempo.
A história é linda, sou apaixonada pelo Xavier e super recomendo a todos lerem!!!!!
*****


Resenha feita por Tamires Bourbon
Leiam a resenha do 2º livro dessa série Hades

quarta-feira, 25 de julho de 2012

[RESENHA], Helena de Troia

 Helena de TroiaLivro: Helena de Troia
Autor(a): Francesca Petrizzo
Editora: Lua de Papel

Sinopse:

Um navio retorna de uma intensa batalha pelas costas gregas. Uma mulher observa o contorno do Peloponeso na penumbra do crepúsculo. É a jovem Helena, oferecida pelo pai ao conquistador Menelau para garantir a paz e sobrevivência de seu povo. Uma fatídica decisão que seria carregada de tristeza e tragédia, porque Helena começa a buscar nos braços de outros aquilo que lhe fora negado. Numa narrativa lírica e original, esta obra traz a versão de Helena da história lendária que é conhecida em todo o mundo. A disputa que originou a guerra de Troia. De sua infância em Esparta aos anos turbulentos de sua união com Menelau e a fuga com Páris e todas as suas consequências. A vida de uma mulher que estava destinada ao poder, mas era movida a paixão e seu amor provocou uma das guerras mais famosas de todos os tempos. “Helena é meu nome, mas posso ouvi-los me chamando de adúltera nas minhas costas. Eu nasci em Esparta, mas fui embora para Troia, por amor. Eles costumavam dizer que eu era a mulher mais bonita do mundo e viviam julgando o quão pouco ganhei e o quanto perdi depois que fugi, mas eles não estavam lá depois de tudo o que passei. Eu estava.”

Resenha:


O livro conta a história de Helena de Troia, da sua infância até o fim. Podemos dizer que é um romance envolvedor, ou melhor, casos amorosos envolventes. Acho que não há uma tal forma de fazer uma boa resenha desse livro sem revelar tudo. Relata uma boa parte de sua infância em Esparta, o seu casamento e até sua fuga com duras consequências. Agora eu dou uma dica, se você espera ler Helena de Troia algum dia, não pense que só existe romance no livro, ela até se relacionou com vários homens, e vários mesmo! Na nossa ''linguagem'' posso até dizer que ela pegou geral, dando a impressão que não amava ninguém e só queria preencher o vazio que existia dentro de si. 


É um livro que apresenta uma fácil leitura, e com a maioria dos capítulos bem curtos. Não é muito erótico, apesar de todas suas ''aventuras''. 
Tenho que me conter por que estou doido pra contar tudo kkkk
mas se eu começar uma pequena parte acaba com quase todo livro...

Resenha feita pelo Claudio Silva.

Concurso Literário "Escritores do Clube", Luz Negra

Olá gente, tudo bem???
A partir de agora iremos postar os contos que se inscreveram. 
Vamos prestigiar a todos os candidatos postando seus contos.



Luz Negra

Minha cabeça doía mais que o normal. Era comum ela estar sempre doendo, pelo feito de minhas lutas e quedas. Eu podia sentir as feridas abertas em meus braços e em meu peito. Podia sentir o sangue fresco escorrendo delas e manchando o linho branco de minha camisa. Onde eu estava? Onde estava Lucynda? Tentei me levantar, mas a dor em minha cabeça era insuportável, parecia me puxar para baixo. Mas eu precisava reunir minhas últimas energias por ela, para salvá-la da loucura de Dorothea. Fechei os olhos com força e forcei meus membros a agirem, a se levantarem. Ao finalmente me por de pé, avisto Lucynda desacordada sobre a mesa de pedra. Suas mãos estavam amarradas nas extremidades da mesa. Corri ao seu encontro, as feridas ardendo pelo esforço, mas meu consciente não parecia se importar. Porém, não tinha dado nem vinte passos quando me deparo com uma parede de vidro. Analiso-a, minha mão se retesando ao toque. Não era vidro. Era energia. Arte das trevas, magia negra. E só uma pessoa poderia ter usado, e eu sabia muito bem quem era.
Ao olhar para o lado me deparo com Dorothea. Os olhos estavam profundos pelas olheiras das noites passadas em claro, e pela maquiagem preta que sempre usava. Os lábios estavam cobertos pelo batom preto e sua figura esguia trajava um vestido escuro como o breu. A figura em si de Dorothea era admirável, mas seu interior era tão sujo quanto os esgotos que habitam o subsolo da cidade. Sua alma era negra e possuída pela magia que ela só usava para o mal.
-Mas veja só, se não é o corajoso Gabriel. Está ferido meu querido? – Sorriu ela diabolicamente.
Eu podia sentir o ódio por aquela mulher ferver em meu sangue.
-Você que me feriu. Pensei que me amasse Dorothea. – Ela correu até onde eu estava e se ajoelhou em minha frente, nossos rostos próximos. Suas mãos tocaram minha face, mas me virei para longe de seu toque.
-Eu o amo Gabriel. Demais. Mas não posso demonstrar meus nobres sentimentos em relação a você, com Lucynda saltitando feliz por aí, relatando o quão bom é estar em sua companhia. O quão doce são seus beijos – Suas mãos buscaram meu rosto. Seus dedos desenharam o contorno de meus lábios. Seus olhos eram de uma pessoa que precisava de tratamento. – Ela precisa ser destruída. Eu preciso ter seu coração. Só assim você poderá me olhar como eu desejo meu querido.
-Você está louca! Não pode matar Lucynda, nenhum mal ela te causou! – Gritei para ela, e isso pareceu acender ainda mais sua raiva. Seu rosto se fechou numa expressão de ódio profundo, e ela se levantou, andando apressadamente para longe de mim, perto demais de Lucynda. Dorothea subiu as escadas, aproximando-se da mesa de pedra, onde parou e ficou olhando para o corpo inerte de minha amada.
-Você se recorda Gabriel, o quanto você me amava? O quanto éramos felizes.
-Aquilo não era amor – Falei, esforçando-me para levantar.
-Era sim. Só bastou Lucynda aparecer na cidade e você morrer de amores por ela. O que você encontrou nessa garota? Ela não tem nada, nenhum poder especial. Nenhuma beleza extraordinária. O QUE VOCÊ VIU NELA? – Gritou ela descontrolada. Seu corpo se agachou e buscou algo embaixo da mesa. Era uma adaga.
-Não! Não faça isso Dorothea. – Implorei, tentando de alguma forma passar pela barreira de energia que ela tinha colocado ali, separando-me dela e de Lucynda. Eu tinha que pensar em algo. E pensar rápido. Dorothea pousou a ponta da adaga na barriga de Lucynda, e subiu por seu corpo, parando em seu peito. Meu coração ia diminuindo à medida que a adaga avançava. Dorothea deu uma olhada em mim.
-Irei ceifar a vida dela. Comer seu coração puro. Assim terei seu amor para mim, e poderemos viver nossa história.
-Se você continuar com essa loucura, tudo o que vai ter de mim será o ódio. – Mas ela não me escutou, continuou a pressionar a adaga, agora com mais força sobre o peito de Lucy. – Eu fico com você.
O olhar de Dorothea subiu imediatamente, e seu olhar encontrou o meu. Ela largou a adaga com facilidade e desceu as escadas de forma desumana. Suas mãos se moveram para frente, tirando o campo de força, enquanto a outra me puxava para perto de si. Seus lábios se encontram com os meus, em um beijo selvagem, tirando-me o ar. Era a minha hora de agir. Puxei-a de encontro ao meu corpo, mantendo-a junto a mim o máximo possível. Minha mão, com todo cuidado, foi para minhas costas, onde no cós da calça se encontrava a faca que meu pai, Stephen, tinha me dado. Ainda me recordava de suas palavras: “-Nunca se separe dela meu filho. Ela irá te ajudar nos momentos de maior desespero.”. Ao segurar em seu cabo frio a movi e empalei as costas de Dorothea, mas não fui rápido o suficiente. Senti minhas mãos virarem. Os ossos se quebrarem, deixando ali uma dor lacerante, deixei a faca cair. Dorothea ria de minha desgraça.
-Pensa que sou idiota? Você não tem mais a força que costumava ter meu querido. E foi por isso, que cortei as suas asinhas tão preciosas. – Olhei com profundo temor, amaldiçoando-a por ter arrancado as minhas asas. – Você não vai conseguir me matar querido. Os seus tempos de glória foi há milhares de anos, Gabriel.
Eu já estava me conformando com a minha desgraça. O que ela falava era verdade, eu não conseguiria derrota-la. Estaria amaldiçoado para sempre a viver ao lado de uma feiticeira louca, e perder o meu grande amor. De que tinha adiantado todos os nossos momentos? Lucynda tão bela, seus olhos castanhos tão profundos que me prendiam tão facilmente, seu toque tão suave, seus lábios tão doces contra os meus. Ah, minha Lucynda, de que adiantaria todo meu amor por você, se eu estava agora destinado a viver ao lado de uma louca que estava prestes a possuir o seu puro coração?
Dorothea continuava a me olhar, em toda a minha desgraça. Levantei minha cabeça para poder encará-la, e quase que meu coração para de bater. Atrás de Dorothea estava Lucynda, seu dedo indicador sob os lábios, um sinal para que eu ficasse quieto. A adaga que antes estava sob seu coração, agora estava em sua mão, e ela não hesitou em enfiá-la com firmeza no pescoço de Dorothea, que abriu a boca, dando um último suspiro assustado, por ter sido pega de surpresa. Seu corpo tombou para frente, caindo sobre o meu. Tirei-a de cima de mim, e me levantei surpreso por ver Lucynda acordada, viva em minha frente.
-Como... Como isso aconteceu? – Perguntei, tocando-lhe a face, e distribuindo beijos pela mesma. A melhor sensação do mundo era sentir sua respiração em minha pele, poder ouvir sua risada.
-Seu amor por mim, me despertou para a vida, novamente. Você me salvou. – Disse ela segurando meu rosto entre suas mãos.
-Não, você me salvou. Eu estava prestes a ser condenado a uma vida miserável sem você e...
-Shh – Sussurrou ela, seu dedo impedindo-me de falar. – Então, salvamos um ao outro. – Fui obrigado a concordar. Nossos lábios se encontraram e ao me separar rapidamente dela, vi seu sorriso e sorri ao vê-lo. Ele era a luz que iluminava meus dias escuros, e que continuaria a iluminar pelo tempo que fosse preciso.

[RESENHA] Academia de Vampiro: O Beijo das Sombras





Livro: Academia de Vampiro: O Beijo das Sombras
Autor (a): Richelle Mead
Editora: Agir Editora


Resumo: A Escola São Vladimir não é uma escola como outra qualquer. É um esconderijo onde vampiros aprendem a controlar seus poderes e dampiros são treinados para protegê-los. Rose Hathaway é uma dampira, guarda-costas de sua melhor amiga Lissa, uma princesa vampira Moroi. Há dois anos elas estão fugindo, mas agora foram capturadas e estão sendo levadas à força para São Vladimir — justamente o lugar onde elas mais estão em perigo. Juntas, Rose e Lissa vão ter que lidar com inveja, ciúme e novas paixões, e lutarão para, acima de tudo, proteger uma à outra.








Resenha:

      "Como resenhar um livro adorado? Primeiramente quando peguei O beijo das sombras, primeiro volume da série de seis livros de Academia de Vampiros, logo veio à mente: Vampiros...? Mas, não se deixe enganar por essa palavra.

     O livro se inicia com a fuga de Lissa, vampira Moroi, nos quais têm poder sobre os quatro elementos, e Rose sua melhor amiga dampira, uma espécie que nasce das relações entre Morois e humanos. As duas fogem de algo ou alguém, porém acabam sendo capturadas e levadas de volta para a Academia St. Vladimir, por nada mais nada menos que Dimitri Belikov guardião da Academia.

     Ao voltar para a Academia os problemas não se resolvem. Problemas surgem ao decorrer do livro, pois Lissa está sendo testada por alguém que deseja tirar proveito de seus poderes ainda não descobertos completamente, e Rose se ver em obrigação de defender a melhor amiga com quem tem um laço psíquico. Além de tudo a dampira se ver atraída pelo seu mentor, Dimitri Belikov, que cá entre nós, é impossível não se sentir atraída. E nas emoções adiante do livro, você se ver torcendo pelos dois!

    Não se deixe enganar pelo seu preconceito em relação aos livros vampirescos, e comece imediatamente a ler Academia de Vampiros."

Resenha feita pela participante Lucyanna Melo

Concurso Literário "Escritores do Clube", 3º lugar: O Reino de Fairy

Oi Galera, hoje postaremos o conto que ficou em terceiro lugar no Concurso Literário "Escritores do Clube", espero que vocês gostem e comentem... :)


O REINO FAIRY


Eu corria como se os cães do inferno tivessem me perseguindo, e a ironia da situação é que eles estavam. O vento frio entrava nos meus pulmões queimando cada vez que eu inspirava e a vontade de parar e descansar era gritante, mas eu tinha que correr.
Sentia o bafo quente do meu pescoço, sabia que minha imaginação estava colaborando muito, mas não podia arriscar, a carga que eu levava era muito perigosa e importante para eu sequer cogitar diminuir o passo.

“Corre Liric, corre... “  eu ficava repetindo isso na minha mente como um mantra, eu não podia parar, eu tinha que chegar ao portal o mais rápido possível, não era só a minha vida que dependia dessa missão, todo o reino dependia de mim.

Isso só poderia ser uma piada do destino, o destino do reino nas minhas mãos? Só sendo piada mesmo. Mas infelizmente não era. Eu, a ‘fada rebelde’, tendo que andar na linha.

Os sterlins estavam se aproximando, eu sentia sua energia cada vez mais próxima. O medo estava se apoderando de mim e apertei o passo. Eu já podia ver a aurora, o portal estava próximo, corri cada vez mais rápido.

De repente uma enorme cratera surgiu à frente e só vi duas opções: ou eu corria mais e tentava pular, ou eu tentava enfrentar os sterlins. Mesmo sabendo que teria uma chance os enfrentando, afinal eu ainda tinha muita magia sobrando, minhas energias e poderes ainda estavam carregados das águas sagradas, mas o tempo estava curto e decidi ir pela primeira opção e pular o abismo. Talvez assim conseguisse ganhar mais tempo.
Ao chegar no abismo peguei impulso e me joguei, tudo parecia estar em câmera lenta e pelo visto o impulso não estava dando jeito, senti o peso da gravidade me puxando e tive que abrir as asas. Apesar de ter me salvado da queda chamou a atenção das bestas voadoras, eu deveria saber que aquela bruxa de uma figa não se contentaria só mandando os sterlins.
Ah, que se dane todos, eu aproveitei que já estava com as asas a postos e voei com tudo  que ainda tinha em mim. Senti garras rasgando minhas costas e a dor excruciante quase me derrubou, dei uma guinada para a esquerda e consegui fugir do golpe seguinte. Ao contrário das bestas terrestres, essas eram mais rápidas e mais espertas, eu tinha que fazer algo mais que simplesmente fugir. Mas o que eu faria?

Conseguia ver as bestas caninas com suas ácidas babas abaixo de mim, prontos para abocanhar qualquer parte do meu corpo que conseguissem e bastava uma simples mordida para ser condenada a uma dor tão horrível que a morte era preferível, e ao meu lado estavam aquelas aves horripilantes saídas dos piores pesadelos que alguém poderia ter, rápidas como raios e espertas como gremilins, e tão feia quanto, olhavam pra você como se soubessem que você seria a próxima refeição e gostavam de brincar com a comida.
Como eu poderia me livrar dessas duas bestas? “pensa Liric, pensa... “ Sejamos francos, pensar nunca foi meu forte, agir por impulso sim.

Descendo rapidamente fingi desistência, podia sentir a satisfação das bestas ao me ver aproximar cada vez mais rápido. No último momento, quando eu já estava sentindo o bafo podre das bestas no meu rosto e as garras das aves nas minhas costas mudei a direção e senti a satisfação ao ver aqueles caninos no pescoço da ave, o ganido foi alto suficiente pra me deixar desnorteada. Aprumando o mais rápido que pude corri em direção ao portal. Faltavam menos de 100 metros para eu chegar, era minha única chance. Chegando cada vez mais próximo do portal senti uma energia diferente, essa era mais pesada, mais pura, diferente de tudo que já senti. Até mesmo o precioso embrulho que carregava dentro da minha bolsa de couro ficou mais pesado, na verdade comecei a senti-lo mais quente também.

Finalmente o portal surgiu na minha frente. Independente de tudo o que eu estava sentindo me joguei nele. No começo não senti nada demais, depois de alguns minutos comecei a sentir um formigamento no corpo, me senti mudando, transformando, em quê eu não fazia a menor ideia. “Em que lugar o mestre Klaus está me mandado? O que é isso que está acontecendo comigo? Para onde eu estou indo?” eu me perguntava milhões de coisas ao mesmo tempo, minha cabeça girava, eu estava me sentido nauseada, estranha.
Olhando para as minhas mãos as vi mudando, ficando maiores, senti minhas asas se retraindo, meu corpo se esticando. No meio de toda essa transformação eu desmaiei.

Acordei ouvindo um vento forte, e outro som que eu não conseguia identificar, era água?. Abrindo os olhos aos poucos vi uma claridade muito forte, o que me fez fecha-los novamente. Uma segunda tentativa e consegui abrir totalmente meus olhos, no começo não consegui ver nada mas aos poucos as imagens foram se juntando, vi uma imensidão azul, aquilo era o céu? Nunca tinha visto nada tão claro e belo assim. Olhando ao redor vi varias coisas que não conseguia nomear, um monte de água que ia e vinha. Eu já tinha ouvido falar em algo assim, mas não poderia ser isso, eu não poderia estar aqui. É uma lenda. Isso não é real.

Comecei a ouvir vozes e... aquilo eram latidos? Ao ver as criaturas que se aproximavam eu não podia acreditar no que meus olhos estavam vendo. Eles realmente existiam. Fiquei atônita, em choque.
Oh meu Deus, eu realmente estou no mundo dos humanos e um macho dessa espécie estava falando comigo...

- Oi, você está bem? Consegue me entender?
É claro que eu conseguia entendê-lo, só que minha garganta estava seca e eu ainda me encontrava paralisada para falar algo mais que sons ininteligíveis.

- Qual o seu nome? Você está sentindo dor? – o macho continuava a falar, eu tinha que falar algo ou então ele falaria para sempre, e minha cabeça já estava latejando e rodando o suficiente.
- Liric, o meu nome é Liric-, eu falei.

- Ótimo Liric, o meu nome é Marcos, mas se você quiser pode me chamar de Marc. É como meus amigos me chamam. Olha você parece ter sofrido algum tipo de acidente. Precisa de ajuda? Quer que eu chame um médico? Algum familiar?
Quando ele falou em chamar alguém um estalo surgiu na minha cabeça e me curvei. Eu sabia que esse era o sinal, eu estava próxima da minha primeira parada, eu tinha uma missão nesse lugar. Eu precisava encontrar as Musas e entregar seus poderes de volta, só assim o reino de Fairy teria uma chance de se reerguer e lutar contra Salina.

Vendo meu transtorno, o
macho humano, Marc, tentou me ajudar a me levantar e sorriu para mim. Senti meu rosto esquentar, uma reação nova e estranha, ao mesmo tempo. Talvez
o reino pudesse esperar um pouquinho, talvez esse humano Marc pudesse me ajudar e talvez, só talvez, eu conseguisse realizar a tal profecia e salvar Fairy...
Back
to top