quinta-feira, 3 de outubro de 2013

[LANÇAMENTO] OUTUBRO - EDITORA VALENTINA


Sinopse: Existe uma forma de leveza e de graça no simples fato de existir, que vai além das ocupações, além dos sentimentos poderosos e dos engajamentos políticos. É sobre isso que este livro fala. Sobre esse pequeno plus

que nos é dado a todos: O SAL DA VIDA.
Nesta meditação, nesta espécie de poema em prosa em homenagem à vida, totalmente íntimo e sensorial, a renomada antropóloga Françoise Héritier vai atrás das pequenas coisas agradáveis (às vezes nem tanto) às quais aspira o mais profundo do nosso ser: as imagens e as emoções, os momentos marcados de recordações que dão sabor à vida, que a tornam mais rica e mais interessante do que muitas vezes acreditamos que ela seja, e que nada nem ninguém poderá nos tirar, nunca, jamais!
Publicado, entre outros países, na Alemanha, Inglaterra, Japão, Portugal, Espanha, Itália (onde, assim como na França, se tornou um best-seller), O Sal da Vida é para ser saboreado e devorado, lido e relido ad aeternum. Um livro que permanecerá para sempre vivo em sua memória.

“O Sal da Vida nos oferece uma preciosa lição, tão bela e tocante, que dá vontade de sair
compartilhando a ideia com o mundo.” Marie Claire
 “Uma pequena joia rara. Entusiasma porque é rico de mensagens, de terna nostalgia,
de amor às pessoas, lugares e coisas. Que inteligência, que encanto nessa busca pela
força imperceptível que nos impulsiona e que nos define.” Le Figaro
“Um delicioso inventário de percepções, sensações, sentimentos discorridos com extrema beleza
e sensibilidade que nos motivam, literalmente, a existir... Que maravilha!” Laure Adler
“Françoise é a maior antropóloga do mundo! Essa bem-humorada guerreira, mulher luminosa,
lança um livro só de paixões. Uma soma intelectual? Não, de felicidade...” Elle
“Uma inesquecível lista de diminutas epifanias.” Libération
“Todos nós deveríamos fazer a lista das coisas que nos fizeram ser quem somos.” Livres Hebdo

Um pouco sobre a autora:

Françoise Héritier, 1933, antropóloga e etnóloga, autora, entre outras obras, de Deux soeurs et leur mère e de Masculin/Féminin, é professora honorária do Collège de France, onde dirigiu o Laboratório de Antropologia Social (criando a cátedra de Estudos Comparados das Sociedades Africanas) e sucedeu Claude Lévi-Strauss (a pedido do próprio). Foi diretora da École des Hautes Études em Ciências Sociais e presidente do Conselho Nacional de combate à AIDS.

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